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Ativos empregados com escolaridade mínima igual ou superior ao 4º ano ou desempregados não DLD com a escolaridade mínima igual ou superior ao 12º ano.
Dotar os formandos em competências específicas em Intervenção sociocultural e representação social da diferença.
Refletir sobre as questões de desigualdade e de diferença em relação ao género, à idade, à etnia, à cultura, aos aspetos físicos e aos comportamentos patológicos decorrentes da doença mental.
Refletir sobre as implicações sociais da velhice.
Analisar a intervenção e integração sociocultural dos mais diferentes.
– Ser diferente versus normal – (3 horas)
– As questões étnicas e culturais – (3 horas)
– Os emigrantes e as suas culturas – (3 horas)
– A importância da multiculturalidade e interculturalidade na sociedade atual – (3 horas)
– A saúde mental e as suas implicações no ser “normal” – (2 horas)
– O processo de envelhecimento – (2 horas)
– O papel do idoso na vida social, familiar, económica e política – O que é ser velho – (3 horas)
– Os aspetos individuais e coletivos da vida-os fatores genéticos, biológicos, físicos, químicos e nutricionais e os aspetos psicológicos, sociológicos, económicos, comportamentais, ambientais – (4 horas)
– As questões de género – (2 horas)
Os conteúdos são introduzidos por parte do formador através de métodos como:
Método expositivo;
Método demonstrativo;
Método interrogativo;