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Excelência Operacional: Modelo Shingo

– Eficácia, Eficiência e Excelência Operacional – Introdução ao Modelo Shingo.
– Cultura de melhoria contínua, sistemas, ferramentas e comportamentos.
– Princípios de melhoria contínua: guiding principles e supporting principles.
– Modelo Shingo: Facilitadores culturais.
– Modelo Shingo: Melhoria contínua.
– Modelo Shingo: Alinhamento da organização.
– Modelo Shingo: resultados.

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Excelência Operacional: Modelo Shingo

– Eficácia, Eficiência e Excelência Operacional – Introdução ao Modelo Shingo.
– Cultura de melhoria contínua, sistemas, ferramentas e comportamentos.
– Princípios de melhoria contínua: guiding principles e supporting principles.
– Modelo Shingo: Faclitadores culturais.
– Modelo Shingo: Melhoria contínua.
– Modelo Shingo: Alinhamento da organização.
– Modelo Shingo: resultados.

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Gestão Eficaz da Formação

– Tipos e objetivos da formação.
1. Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação (CNAEF);
2. Formação interna – a colaboradores – ministrada interna ou externamente;
3. Formação externa – a clientes – formação intra e inter.
– Referenciais para a gestão da formação e certificação de entidades formadoras em Portugal – Certificação de entidade formadoras pela DGERT; Norma Portuguesa NP 4512:2012 “Sistema de gestão da formação profissional, incluindo aprendizagem enriquecida por tecnologia; Requisitos”.

– A gestão da formação segundo o modelo de certificação regulado pela Direcção-Geral do Emprego e Relações de Trabalho (DGERT) – Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
1. Estrutura e Organização – Recursos humanos; Espaços; Equipamentos e Ferramentas de suporte;
2. Etapas no desenvolvimento da formação:
a. Planificação e gestão da atividade formativa – Exemplos de Plano de Formação;
b. Conceção e desenvolvimento – Ciclo formativo: diagnóstico, objetivos, conteúdos, estratégias de aprendizagem, formas de organização da formação métodos e instrumentos: de seleção, pedagógicos, de acompanhamento e de avaliação – Outputs;
c. Regras de funcionamento da atividade formativa;
d. Organização do Dossier Técnico-Pedagógico para cada ação de formação – aplicado a ações de formação interna e de formação para cliente;
e. Registo e Tratamento de Reclamações e Ocorrências;
f. Formas de acompanhamento da formação;
g. Etapas e formas de avaliação da formação: satisfação, aprendizagem, eficácia.

– Exemplos:
1. Plano de Formação (formação interna) e Projeto de Formação (formação a cliente);
2. Programa de Formação e de Plano de Sessão;
3. Acompanhamento do percurso pós-formação e análise dos resultados;
4. Avaliação da eficácia da formação (formação interna) / Avaliação de projetos (formação a cliente);
5. Exemplo de Balanço de Atividades Formativas.
– Proteção de dados pessoais (conforme Regulamento Geral de Proteção de Dados) na recolha e gestão de informação sobre os intervenientes na formação – formandos, formadores e clientes.

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Workshop Gestão da Inovação

– Introdução à Gestão de Inovação – conceitos fundamentais.
– O Potencial de Inovação de uma organização.
– Exercício I – Innovation Quiz.
– Inovação e Normalização – Normas ISO e NP.
– Exercício II – ISO 56002.
– Debate (Perguntas e Respostas).
– Abordagem da Inovação Relevante – Planeamento Estratégico.
– Exercício III – Simulação de um Ciclo Inovação.
– Abordagem da Inovação Relevante – Gestão Operacional.
– Exercícios IV – Simulação de um Ciclo Inovação.
– Debate Final.

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Alcançar Resultados Estratégicos através do Balanced Scorecard

-O que é o Balanced Scorecard.
-Conquistar resultados através do Balanced Scorecard.
-Focar e mobilizar através do Balanced Scorecard.
-Construir uma estratégia para alcançar resultados.
-Alinhar a organização para obter resultados.
-Determinar “o como” e ganhar confiança.
-Conquistar a performance no dia-a-dia.
-Projetar e lançar o Balanced Scorecard na organização.

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Programa de Comunicação Interpessoal com técnicas da PNL

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E EFICÁCIA COMPORTAMENTAL NUMA EQUIPA:
– Comunicação interpessoal e comunicação organizacional.
– Modelo de comunicação da PNL e subjetividade na análise de situações.
– Comunicação verbal e não-verbal com técnicas da PNL: como comunicar eficazmente dentro de uma equipa.
– Estabelecimento de rapport verbal e não-verbal: calibragem, sincronização e condução.
– Níveis neurológicos e alinhamento relacional.

– Trabalhos práticos:
– Exercício sobre o impacto inconsciente da linguagem verbal e não-verbal no relacionamento com o outro.
– Levantamento de expressões verbais com impacto emocional positivo e negativo e estratégias consistentes práticas para utilizar com eficácia e influência a linguagem do dia-a-dia de uma equipa de trabalho.
– Exercícios de autodiagnóstico sobre competências relacionais e comunicacionais.

II. PERSONALIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO:
– Meta programas mentais e seu impacto no desempenho e atitude dos indivíduos (PNL).
– Promoção da coesão, participação e envolvimento de todos na equipa de trabalho.
– Sistemas de representação preferencial e adaptação da comunicação aos diferentes tipos de interlocutor.
– Trabalhos práticos:
– Testes de autodiagnóstico dos Sistemas de representação.
– Simulação de caso com a aplicação prática dos conceitos.
– Exercícios com a transformação da linguagem.

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Programa de Comunicação Interpessoal com técnicas da PNL

1. COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E EFICÁCIA COMPORTAMENTAL NUMA EQUIPA:
– Comunicação interpessoal e comunicação organizacional
– Modelo de comunicação da PNL e subjetividade na análise de situações
– Comunicação verbal e não-verbal com técnicas da PNL: como comunicar eficazmente dentro de uma equipa
– Estabelecimento de rapport verbal e não-verbal: calibragem, sincronização e condução
– Níveis neurológicos e alinhamento relacional

– Trabalhos práticos:
– Exercício sobre o impacto inconsciente da linguagem verbal e não-verbal no relacionamento com o outro
– Levantamento de expressões verbais com impacto emocional positivo e negativo e estratégias consistentes práticas para utilizar com eficácia e influência a linguagem do dia-a-dia de uma equipa de trabalho
– Exercícios de autodiagnóstico sobre competências relacionais e comunicacionais

2. PERSONALIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO:
– Meta programas mentais e seu impacto no desempenho e atitude dos indivíduos (PNL)
– Promoção da coesão, participação e envolvimento de todos na equipa de trabalho
– Sistemas de representação preferencial e adaptação da comunicação aos diferentes tipos de interlocutor

– Trabalhos práticos:
– Testes de autodiagnóstico dos Sistemas de representação
– Simulação de caso com a aplicação prática dos conceitos
– Exercícios com a transformação da linguagem

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Avaliação de Desempenho

– Como introduzir na empresa a necessidade da avaliação de desempenho. O que tenho que definir antes de começar a desenhar o programa.
– Objetivo do programa; Quem vai ser avaliado? O que vamos avaliar? Para quê?
– Manter o foco; os indicadores indicam…; Avaliação a 360º.
– “Somos humanos”.
– Erros mais comuns; momentos de tensão; porque é tão difícil avaliar.
– Como começar? Como acabar?
– Plano de desenvolvimento individual.
– E depois?
– Discussão caso prático.
– Conclusões e esclarecimento de dúvidas.

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Cadeia de Responsabilidade – Implementação dos referenciais FSC e PEFC | novas normas PEFC

-Abordagem à gestão florestal sustentável.
-As questões legais – Regulamento EUTR.
-Os referenciais FSC (FSC STD 40-004 V3.0, FSC 40-005 V3.1 e FSC ST 50-001 V2.1) .
-As novas normas PEFC (PEFC ST 2002:2020 e PEFC ST 2001:2020).
-Abordagem aos requisitos normativos e exemplos de aplicação prática:
1. Requisitos gerais.
-Sistemas de Diligência Devida e interligação com EUTR.
1. Entrada de Materiais.
2. Controlo de alegações: sistema de transferência/ separação física, sistema de percentagem e sistema de créditos.
3. Vendas
4. Uso de logo
Pontos Críticos na implementação dos Sistemas CdR | Conclusões

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Definição de Objetivos nos SG’s e Verificação de Resultados Pretendidos através de Indicadores de Desempenho

-Objetivos.
1. Conceito e Caraterísticas que devem possuir os Objetivos de um Sistema de Gestão.
-Indicadores de Desempenho.
1. Conceito e Caraterísticas que devem possuir os Indicadores num Sistema de Gestão.
-Cascata de Objetivos – desdobramento de objetivos nos níveis estratégico, de negócio/operacional e individual.
-Etapas para o estabelecimento de Indicadores de Desempenho.
-Estabelecimento e Quantificação de Objetivos num Sistema de Gestão.
1.Plano de Ações para concretização dos objetivos estabelecidos (possível interligação com as ações para tratar riscos e oportunidades).
2.Matriz de indicadores de desempenho no âmbito dos processos – estabelecimento, monitorização, análise e avaliação.
3.Análise e avaliação dos desvios e estabelecimento de tolerâncias.
4.Estabelecimento de ações para mitigar desvios negativos aos resultados pretendidos dos objetivos decorrente do cálculo dos indicadores de desempenho.
-Exemplo ilustrativo.

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