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SPC – Statistic Process Control Ref.ª – SPC

SPC – STATISTIC PROCESS CONTROL (*)
– Noção de distribuição estatística (média, amplitude, desvio padrão, distribuição normal)
– Ciclo de melhoria contínua do processo
– Noção de variação de um processo
o Fontes de variação – causas comuns e causas especiais de variação
o Controlo do processo e capacidade do processo
– Cartas de controlo por variáveis (construção e interpretação)
o Cartas X-R
o Cartas X-s
o Cartas Medianas
o Carta X-MR
– Cartas pré-controlo
– Índices de capacidade por variáveis (processo, máquina)
– Cartas de controlo por atributos
– Exemplos práticos da utilização das cartas de controlo
APLICAÇÃO DOS CONCEITOS EM CONTEXTO COMPUTACIONAL
– Resolução de exercícios com recurso ao Office-Excel (utilização do Office para aplicação da ferramenta SPC nas organizações)
INTRODUÇÃO A OUTRAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE
APRESENTAÇÃO DE EXEMPLO DE SOFTWARE
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS
(*) De acordo com o Manual de Referência de SPC – 2ª Edição, Julho/2005 – AIAG

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Lean Management – Ref.ª LEAN

PRODUTIVIDADE
– Conceito de produtividade
– Tipologia dos erros. Os 3M
– Identificação de tempos produtivos e não produtivos (tempo de ciclo, tempo disponível de produção, tempos de paragem e outros tempos não produtivos)
– Conceito de receita implícita
– Estratégias para potenciar a produtividade e competitividade
INTRODUÇÃO AO LEAN MANAGEMENT
– Princípios, benefícios e risco da filosofia LEAN
– Flow shop versus Job shop
– Sistemas Push e Pull
– Just-in-Time teórico e aproximação por adaptação dos SATI
– Identificação dos 7+2 desperdícios e definição de ações mitigadoras
– Exercício prático (aplicação dos conceitos em contexto laboral – definição de plano de ações)
FERRAMENTAS LEAN MANAGEMENT
– Apresentação de conceitos e exemplos de aplicação das ferramentas: 10+4 S; Padronização do trabalho; GEMBA; Just-in-Time; Kanban simples e Kanban Lote; KAIZEN; Poka-Yoke; Gestão Visual; TPM; SMED; Milk Run; Balanceamento uniforme dos postos/linhas; Indicadores KPI.
– Conceito de ISO INOVAÇÃO
– Aplicação das ferramentas LEAN MANAGEMENT em casos práticos
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

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Lean Management – Ref.ª LEAN

PRODUTIVIDADE
– Conceito de produtividade
– Tipologia dos erros. Os 3M
– Identificação de tempos produtivos e não produtivos (tempo de ciclo, tempo disponível de produção, tempos de paragem e outros tempos não produtivos)
– Conceito de receita implícita
– Estratégias para potenciar a produtividade e competitividade
INTRODUÇÃO AO LEAN MANAGEMENT
– Princípios, benefícios e risco da filosofia LEAN
– Flow shop versus Job shop
– Sistemas Push e Pull
– Just-in-Time teórico e aproximação por adaptação dos SATI
– Identificação dos 7+2 desperdícios e definição de ações mitigadoras
– Exercício prático (aplicação dos conceitos em contexto laboral – definição de plano de ações)
FERRAMENTAS LEAN MANAGEMENT
– Apresentação de conceitos e exemplos de aplicação das ferramentas: 10+4 S; Padronização do trabalho; GEMBA; Just-in-Time; Kanban simples e Kanban Lote; KAIZEN; Poka-Yoke; Gestão Visual; TPM; SMED; Milk Run; Balanceamento uniforme dos postos/linhas; Indicadores KPI.
– Conceito de ISO INOVAÇÃO
– Aplicação das ferramentas LEAN MANAGEMENT em casos práticos
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

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IATF 16949:2016 – Sistemas de Gestão da Qualidade e Core Tools – Ref.ª SGQ16949

OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA IATF 16949: ENQUADRAMENTO HISTÓRICO E EVOLUTIVO DO REFERENCIAL
REQUISITOS IATF 16949:2016 – ANÁLISE DE REQUISITOS NO CONTEXTO DA IATF 16949
– Conceitos: termos e definições para a indústria automóvel
– Contexto da Organização
– A análise de contexto organizacional, expectativas das partes interessadas e pensamento baseado no risco
– a abordagem de processos: conformidade de processos e de produto
– a abordagem da gestão do risco e das oportunidades no SGQ, como base para o alinhamento à IATF 16949:2016
– Planeamento
– Liderança
– Suporte
– Operacionalização
– Avaliação do desempenho
– Melhoria
ABORDAGEM ÀS PRINCIPAIS FERRAMENTAS (METODOLOGIAS) DA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL (CORE TOOLS)
IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS E PRÁTICAS RECOMENDADAS PELA IATF 16949
– APQP – Advanced Product Quality Planning, Planeamento Avançado da Qualidade do Produto
– PPAP – Production Part Approval Process, Processo de Aprovação do Produto)
– 8D – Eight Disciplines of Problem Solving e 5 Why’s
– FMEA – Failure mode and effects analysis, Análise modal de falhas e efeitos
– Plano da Qualidade
DEFINIÇÃO DO PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DA IATF 16949
– Regras IATF
– A etapa de Avaliação: auto-avaliação/gap analysis; auditoria(s) interna(s); fontes de informação relevantes quanto ao grau de cumprimento de requisitos de clientes, entre outros
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

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Instalador de Instalações de Gás e de Redes e Ramais de Distribuição de Gás – Atualização – Ref.ª IIRRDG.Act

– Atualização de Conceitos Básicos, Evolução Normativa e Regulamentar
– Soldadura de Cobre e PE: Atualização de conhecimentos
– Tecnologia das Redes de Gás: Aspetos relativos à atualização de Tipologias, Equipamentos e Acessórios
– Tecnologia das Redes de Gás: novas soluções de instalação e conservação
– Visitas e Sessões Técnicas

(*) Nos termos previstos na Lei n.º 15/2015, de 16 fevereiro, aguarda-se a publicação de regulamentação que estabelecerá as unidades de formação de curta duração na área do gás, podendo vir a ser exigida nos termos previstos no Art. 40º, a frequência de mais alguns conteúdos pelo que nesse caso, o CATIM compromete-se a informar o formando dessa(s) alteração(ções).

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Segurança de Máquinas – Diretiva Máquinas – Ref.ª SM

ENQUADRAMENTO LEGAL DA SEGURANÇA DE MÁQUINAS NA UE
– Âmbito de aplicação
– Definições
– Responsabilidades do fabricante
– Marcação CE das máquinas
– Procedimentos de avaliação e comprovação da conformidade das máquinas
– Processo técnico de uma máquina
– Anexo IV: conteúdo e procedimentos de comprovação da conformidade
REQUISITOS DE SEGURANÇA
– Requisitos essenciais de segurança (Anexo I)
– Protetores, dispositivos de proteção e componentes de segurança
– Distâncias de segurança
NORMALIZAÇÃO EUROPEIA E INTERNACIONAL DE SEGURANÇA DE MÁQUINAS
– Normas harmonizadas e o seu papel na comprovação da conformidade da máquina
APRECIAÇÃO DO RISCO
– Metodologia de apreciação do risco – NP EN ISO 12100
CIRCUITOS DE COMANDO DAS MÁQUINAS
– Introdução à norma EN ISO 13849
– Referência a Softwares de aplicação
CASO PRÁTICO
– Apreciação do risco de uma máquina (simulação)
– Definição das medidas de segurança a implementar em resultado da apreciação do risco
TENDÊNCIAS DA SEGURANÇA DE MÁQUINAS
– Os novos paradigmas de trabalho e a segurança de máquinas
– A digitalização, a autonomização e outros desafios da segurança de máquinas

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Segurança de Máquinas – Diretiva Máquinas – Ref.ª SM

ENQUADRAMENTO LEGAL DA SEGURANÇA DE MÁQUINAS NA UE
– Âmbito de aplicação
– Definições
– Responsabilidades do fabricante
– Marcação CE das máquinas
– Procedimentos de avaliação e comprovação da conformidade das máquinas
– Processo técnico de uma máquina
– Anexo IV: conteúdo e procedimentos de comprovação da conformidade
REQUISITOS DE SEGURANÇA
– Requisitos essenciais de segurança (Anexo I)
– Protetores, dispositivos de proteção e componentes de segurança
– Distâncias de segurança
NORMALIZAÇÃO EUROPEIA E INTERNACIONAL DE SEGURANÇA DE MÁQUINAS
– Normas harmonizadas e o seu papel na comprovação da conformidade da máquina
APRECIAÇÃO DO RISCO
– Metodologia de apreciação do risco – NP EN ISO 12100
CIRCUITOS DE COMANDO DAS MÁQUINAS
– Introdução à norma EN ISO 13849
– Referência a Softwares de aplicação
CASO PRÁTICO
– Apreciação do risco de uma máquina (simulação)
– Definição das medidas de segurança a implementar em resultado da apreciação do risco
TENDÊNCIAS DA SEGURANÇA DE MÁQUINAS
– Os novos paradigmas de trabalho e a segurança de máquinas
– A digitalização, a autonomização e outros desafios da segurança de máquinas

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Instalador de Instalações de Gás e de Redes e Ramais de Distribuição de Gás – Atualização – Ref.ª IIRRDG.ActSCP

– Atualização de Conceitos Básicos, evolução normativa e regulamentar
– Tecnologia das Redes de Gás – Aspetos relativos à atualização de Tipologias, equipamentos e acessórios
– Dispositivos das Redes de Gás
– Gasodutos
– Redes de Distribuição
– Instalações de Gás em Edifícios
– Tecnologia das Redes de Gás – Novas soluções de instalação e conservação
– Soldadura de Cobre e PE – Atualização de conhecimentos
– Visitas e Sessões Técnicas

(*) Nos termos previstos na Lei n.º 15/2015, de 16 fevereiro, aguarda-se a publicação de regulamentação que estabelecerá as unidades de formação de curta duração na área do gás, podendo vir a ser exigida nos termos previstos no Art. 40º, a frequência de mais alguns conteúdos pelo que nesse caso, o CATIM compromete-se a informar o formando dessa(s) alteração(ções).

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Instalador de Instalações de Gás e de Redes e Ramais de Distribuição de Gás – Atualização – Ref.ª IIRRDG.ActSCP

– Atualização de Conceitos Básicos, evolução normativa e regulamentar
– Tecnologia das Redes de Gás – Aspetos relativos à atualização de Tipologias, equipamentos e acessórios
– Dispositivos das Redes de Gás
– Gasodutos
– Redes de Distribuição
– Instalações de Gás em Edifícios
– Tecnologia das Redes de Gás – Novas soluções de instalação e conservação
– Soldadura de Cobre e PE – Atualização de conhecimentos
– Visitas e Sessões Técnicas

(*) Nos termos previstos na Lei n.º 15/2015, de 16 fevereiro, aguarda-se a publicação de regulamentação que estabelecerá as unidades de formação de curta duração na área do gás, podendo vir a ser exigida nos termos previstos no Art. 40º, a frequência de mais alguns conteúdos pelo que nesse caso, o CATIM compromete-se a informar o formando dessa(s) alteração(ções).

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Aplicação do ADR ao Transporte de Resíduos – Obrigações do Produtor – Ref.ª Apl.ADR

– Enquadramento regulamentar do transporte de mercadorias perigosas
– Classificação para transporte e implicações aplicadas aos resíduos
– Formas de expedição e acondicionamento
– Embalagens vazias e embalagens descartadas
– Documentação aplicada ao transporte de mercadorias perigosas e o papel da eGAR
– Isenções na aplicação do ADR e outros regulamentos
– Casos práticos

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