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Toleranciamento Dimensional e Geométrico (GD&T) – Ref.ª GD&T

O PRINCÍPIO DE TOLERANCIAMENTO
A NORMA ISO 1101:2017 – GEOMETRICAL PRODUCT SPECIFICATIONS (GPS) – GEOMETRICAL TOLERANCING – TOLERANCES OF FORM, ORIENTATION, LOCATION AND RUN-OUT
– O enquadramento do referencial normativo na matriz das normas do GPS (Geometrical Product Specifications)
– Terminologia e definições
– Simbologia
– Tipos de tolerâncias
– Datum/Elementos de referência
– Dimensões teoricamente exatas (TED)
– Inter-relação de tolerâncias geométricas
– A cotagem nominal
– A importância do sistema de referência para o toleranciamento dimensional e geométrico
O TOLERANCIAMENTO DIMENSIONAL
– Cotas e desvios
– Sistema ISO de tolerâncias lineares
O TOLERANCIAMENTO GEOMÉTRICO
– Conceitos, definições e simbologia
– As tolerâncias de forma
– As tolerâncias de orientação
– As tolerâncias de posição
– As tolerâncias de batimento
– A Inter-relação dimensão-geometria
– Os princípios de MMC (Condição de Máximo Material) e LMC (Condição de Mínimo Material)
CASO PRÁTICO

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Toleranciamento Dimensional e Geométrico (GD&T) – Ref.ª GD&T

O PRINCÍPIO DE TOLERANCIAMENTO
A NORMA ISO 1101:2017 – GEOMETRICAL PRODUCT SPECIFICATIONS (GPS) – GEOMETRICAL TOLERANCING – TOLERANCES OF FORM, ORIENTATION, LOCATION AND RUN-OUT
– O enquadramento do referencial normativo na matriz das normas do GPS (Geometrical Product Specifications)
– Terminologia e definições
– Simbologia
– Tipos de tolerâncias
– Datum/Elementos de referência
– Dimensões teoricamente exatas (TED)
– Inter-relação de tolerâncias geométricas
– A cotagem nominal
– A importância do sistema de referência para o toleranciamento dimensional e geométrico
O TOLERANCIAMENTO DIMENSIONAL
– Cotas e desvios
– Sistema ISO de tolerâncias lineares
O TOLERANCIAMENTO GEOMÉTRICO
– Conceitos, definições e simbologia
– As tolerâncias de forma
– As tolerâncias de orientação
– As tolerâncias de posição
– As tolerâncias de batimento
– A Inter-relação dimensão-geometria
– Os princípios de MMC (Condição de Máximo Material) e LMC (Condição de Mínimo Material)
CASO PRÁTICO

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Leitura e Interpretação de Desenho Técnico – Ref.ª LIDT

DESENHO TÉCNICO – GENERALIDADES
– Tipos de desenhos técnicos
– Normas de referência
– Tipos de linhas e significados das linhas
– Escrita normalizada
– Legenda do desenho
PERSPETIVAS
– Tipos de representações
– Perspetiva isométrica
PROJEÇÕES ORTOGONAIS
– Formas de representação
– Tipos de projeção
– Projeções ortogonais
– Método do Europeu (1º diedro)
– Método Americano (3º diedro)
CORTES E SEÇÕES
– Definições
– Distinção entre corte e seção
– Representação de cortes e seções
– Simplificações e ampliações
ESCALAS
– Tipos de escalas
– Aplicações
COTAGEM
– Elementos da cotagem
– Simbologia
– Métodos e critérios de cotagem
– Inscrição das cotas no desenho
EXERCÍCIOS PRÁTICOS

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EN ISO 12100 – Apreciação do Risco em Máquinas – Ref.ª ARM12100

SEGURANÇA DE MÁQUINAS – ENQUADRAMENTO LEGAL E NORMATIVO
– Diretiva “Máquinas” e outras aplicáveis às Máquinas
– A marcação CE
– Requisitos essenciais de segurança
– Normalização e o Processo de comprovação da conformidade das Máquinas
A NORMA EN ISO 12100 – SEGURANÇA DE MÁQUINAS – PRINCÍPIOS GERAIS DE CONCEÇÃO – AVALIAÇÃO E REDUÇÃO DOS RISCOS
– Análise e avaliação do risco
– Estratégia para apreciação do risco e medidas para redução do risco
– Documentar a apreciação do risco e a redução do risco
– Exemplos de perigos, situações perigosas e eventos perigosos
CASO PRÁTICO
– Aplicação da metodologia de apreciação do risco a uma máquina ferramenta e/ou equipamento

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EN ISO 12100 – Apreciação do Risco em Máquinas – Ref.ª ARM12100

SEGURANÇA DE MÁQUINAS – ENQUADRAMENTO LEGAL E NORMATIVO
– Diretiva “Máquinas” e outras aplicáveis às Máquinas
– A marcação CE
– Requisitos essenciais de segurança
– Normalização e o Processo de comprovação da conformidade das Máquinas
A NORMA EN ISO 12100 – SEGURANÇA DE MÁQUINAS – PRINCÍPIOS GERAIS DE CONCEÇÃO – AVALIAÇÃO E REDUÇÃO DOS RISCOS
– Análise e avaliação do risco
– Estratégia para apreciação do risco e medidas para redução do risco
– Documentar a apreciação do risco e a redução do risco
– Exemplos de perigos, situações perigosas e eventos perigosos
CASO PRÁTICO
– Aplicação da metodologia de apreciação do risco a uma máquina ferramenta e/ou equipamento

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ISO 14001:2015 – Implementar um Sistema de Gestão Ambiental – Ref.ª ISO14001

ESTRUTURA NORMALIZADA DAS NORMAS DE SISTEMAS DE GESTÃO
– Estrutura de Alto Nível
– Pensamento baseado no Risco
– Ciclo PDCA
REQUISITOS DA NORMA ISO 14001:2015 E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO DA ORGANIZAÇÃO
– Contexto da Organização
– Liderança
– Planeamento
– Suporte
– Operacionalização
– Avaliação do Desempenho
– Melhoria
ABORDAGEM AO CONCEITO DE CICLO DE VIDA
CASO PRÁTICO

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ISO 14001:2015 – Implementar um Sistema de Gestão Ambiental – Ref.ª ISO14001

ESTRUTURA NORMALIZADA DAS NORMAS DE SISTEMAS DE GESTÃO
– Estrutura de Alto Nível
– Pensamento baseado no Risco
– Ciclo PDCA
REQUISITOS DA NORMA ISO 14001:2015 E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO DA ORGANIZAÇÃO
– Contexto da Organização
– Liderança
– Planeamento
– Suporte
– Operacionalização
– Avaliação do Desempenho
– Melhoria
ABORDAGEM AO CONCEITO DE CICLO DE VIDA
CASO PRÁTICO

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ISO/IEC 17025:2017 – Sistemas de Gestão da Qualidade Para Laboratórios – Ref.ª SGQ17025

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA QUALIDADE EM CONTEXTO DE LABORATÓRIOS: ACREDITAÇÃO VS CERTIFICAÇÃO
REQUISITOS DA ISO/IEC 17025 E EXEMPLOS DE APLICAÇÃO
– Requisitos Gerais
– Imparcialidade e Confidencialidade
– Requisitos estruturais
– Requisitos de Recursos
– Requisitos dos Processos
– Requisitos do Sistema de Gestão
– Opção A
– Opção B
– Anexo A – Rastreabilidade Metrológica
– Suportes do processo técnico para o pedido de acreditação – Guias IPAC
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

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MSA – Measurement Systems Analysis – Ref.ª MSA

METODOLOGIA MSA
– Como determinar o sistema/equipamento candidato ao estudo MSA
– Planear o SM
– Variabilidade SM
– Variação de localização
– Variação de dispersão
– Variação do sistema
– Tipos e fontes de variação nos sistemas de medição
– Erros no SM
ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO POR VARIÁVEIS – Sistemas Replicáveis
– Determinação da Estabilidade
– Determinação do Desvio
– Determinação da Linearidade
– Determinação da Repetibilidade e reprodutibilidade (GR&R)
– Método da amplitude
– Método da média e amplitude ( X / R)
– Método de Análise de Variância (ANOVA)
ESTUDOS DE AVALIAÇÃO de SISTEMAS DE MEDIÇÃO POR ATRIBUTOS
– R&R por atributos (expedito e Cross-tab)
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

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Ergonomia Aplicada – Ref.ª ERG

O QUE É A ERGONOMIA – CONCEITOS BÁSICOS DE ERGONOMIA
– Legislação e normalização aplicável
– Principais condicionantes na execução das tarefas e soluções a implementar
– Benefícios alcançados com a aplicação da ergonomia
ANTROPOMETRIA
– Conceitos de antropometria
– Uso de dados antropométricos
– Estudo de casos com aplicação de conceitos e dados antropométricos
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ERGONÓMICA
– Metodologias de avaliação ergonómica de Posturas e Movimentos: RULA e OWAS
– Metodologias de avaliação ergonómica de Movimentação Manual de Cargas: NIOSH e KIM
– Aplicação dos métodos de avaliação ergonómica

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