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ISO 9001:2015 Auditor Transition – Anexo SL

1. Objetivos e a utilização da Estrutura de Alto Nível (Anexo SL – Apêndice 2).
2. Os novos termos e definições.
3. Os requisitos novos e alterados com base na estrutura de Alto Nível:
• Contexto da organização – contexto da organização, partes interessadas relevantes e âmbito
• Liderança
• Planeamento – contexto da organização, partes interessadas relevantes e ações para determinar riscos e oportunidades
• Suporte – consciencialização, comunicação e informação documentada
• Operacionalização – planeamento e controlo operacional
4. Evidências de auditoria.
5. Planear e conduzir auditorias face aos requisitos novos ou alterados do SG e preparar as constatações da auditoria
6. Teste de avaliação dos conhecimentos

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ISO 9001:2015 Auditor Transition – Transição do SGQ ISO 9001:2015

1. Os requisitos novos e alterados da ISO 9001:2015, nomeadamente:
• Monitorização e revisão das questões externas, internas e requisitos relevantes das partes interessadas relevantes
• O âmbito do SGQ como informação documentada
• Abordagem por processos: entradas requeridas, saídas expectáveis, responsabilidades, autoridades e indicadores de desempenho
• O papel da Gestão de topo
• Capacidades e restrições dos recursos internos existentes
• O conhecimento disponível necessário para a operacionalização dos processos
• As alegações relativas aos produtos e serviços
• Controlos aplicáveis para os processos, produtos ou serviços obtidos no exterior
• Atividades de monitorização e medição em etapas de produção e fornecimento do serviço
• Revisão pela gestão
2. Oportunidades de melhoria
3. Evidências de auditoria
4. Teste de avaliação de conhecimentos

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Interpretação da Norma ISO 31000:2018 – Gestão do Risco

1. Abordagem geral à gestão do risco
2. Normas e referenciais na área da gestão do risco
3. Conceitos e vocabulário – Guia ISO 73 – “Gestão do risco – vocabulário”
4. A Norma NP ISO 31000:2018 “Risk management – Guidelines”- Princípios
5. Estrutura
– Liderança e compromisso
– Integração
– Implementação
– Avaliação
– Melhoria
6. Processo
– Comunicação e consulta
– Âmbito, contexto e critérios
– Apreciação do risco
– Tratamento do risco
– Monitorização e revisão
– Registo e reporte
7. Apreciação do risco:
– Identificação do risco
– Análise do risco
– Avaliação do risco
8. Monitorização do risco
9. Metodologias de apreciação e monitorização dos riscos
10. Implementação da gestão do risco e integração nos processos organizacionais dos sistemas de gestão
11. Estudo de casos

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Interpretação EN 16636:2015 – Serviços de Gestão de Pragas: Requisitos e competências

1. Importância do controlo de pragas
2. Principais pragas e doenças transmitidas
3. Perspetiva do risco de ocorrência de pragas face à tipologia das instalações e locais infestados
4. Principais meios e métodos de controlo
5. Definição do plano do controlo e sua implementação
6. Identificação do tipo de produtos a usar no controlo de pragas. Interpretação da rotulagem de produtos biocidas.
Cálculo de doses, concentrações e volumes de calda. Aplicação segura de produtos biocidas. Minimização de riscos
para o aplicador, ambiente, espécies e organismos não alvo e consumidor. Regulação, manutenção e calibração de
equipamentos usados na aplicação de produtos. Boas práticas na armazenagem de produtos biocidas
7. Meios mecânicos no controlo de pragas
8. Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s)
9. Elaboração do relatório
10. O controlo de pragas, HACCP e os Códigos de Boas Práticas de Higiene e de Fabrico
11. Principal legislação e normas existentes e perspetivas futuras
12. Organismos e organizações
13. Normalização – Comité Europeu de Normalização
14. Norma europeia sobre gestão da prestação do serviço de controlo de pragas – Interpretação

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Rastreabilidade no setor alimentar

1. Introdução à rastreabilidade de alimentos
2. Rastreabilidade no setor alimentar:
• Enquadramento legal
• Responsabilidades
• Rotulagem
• Metodologias
• Gestão de Incidentes na indústria agroalimentar
3. Caso prático

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GLOBALG.A.P IFA 5 Frutas e Legumes

1. Enquadramento
2. Importância da implementação do referencial de boas praticas agrícolas GlobalGap
3. Conceitos: princípios das boas práticas agrícolas
4. Interpretação dos requisitos
5. Certificação GlobalGap: fases e processos

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Food Defense

1. Introdução ao Food Defense
2. Os principais requisitos de food defense baseados em fontes internacionais (PAS 96)
3. Requisitos específicos do Food Defense nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRC e FSSC22000
4. Apresentação de ferramentas para desenvolver um plano de “Food defense”
5. Trabalho de grupo

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