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GWO – BST – Primeiros Socorros | First Aid – 8h

PT:
Legislação Aplicável;
Perigos e Riscos em ambiente de um aerogerador;
Anatomia;
Gestão de Incidente;
Suporte Imediato de Vida
DAE
Avaliação Primária e Secundária
Exercícios práticos em Simulação de Cenários Reais

EN:
Applicable Law;
Hazards and Risks in a wind turbine environment;
Anatomy;
Incident Management;
Immediate Life Support
AED
Primary and Secondary Assessment
Practical exercises in Simulation of Real Scenarios

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GWO – BST-R – Reciclagem – Primeiros Socorros | Refresh – First Aid – 4h

PT:
Legislação Aplicável;
Perigos e Riscos em ambiente de um aerogerador;
Anatomia;
Gestão de Incidente;
Suporte Imediato de Vida
DAE
Avaliação Primária e Secundária
Exercícios práticos em Simulação de Cenários Reais

EN:
Applicable Law;
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Anatomy;
Incident Management;
Immediate Life Support
AED
Primary and Secondary Assessment
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Prevenção e Controlo da Legionella em Sistemas de Água – Análise de Risco e Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo (Inclui Lei n.º 52/2018, Port

1. Bactérias do género Legionella

2. Meio ambiente e fatores de amplificação e disseminação

3. Riscos para a Saúde Pública

4. Requisitos normativos e legais

DL 69/2023 – Regime jurídico da qualidade da água para consumo humano;
DL 118/2013 – Sistema de Certificação Energético dos Edifícios;
Lei 52/2018 – Regime de prevenção e controlo da doença dos legionários;
Portaria 25/2021 e Despacho 1547/2022 – Regulamentação da Lei 52/2018.
5. Monitorização microbiológica de circuitos de água
Tipos de amostras;
Colheita;
Análises.
6. Tratamento e desinfeção da água
Limpeza e desinfeção preventiva e de choque;
Processos químicos de desinfeção;
Processos físicos de desinfeção.
7. Manutenção, limpeza e desinfeção de sistemas e equipamentos
Redes prediais de água quente e fria;
Sistemas de água para uso recreativo: piscinas e banheiras;
Sistemas de arrefecimento coletivo: torres de arrefecimento, condensadores evaporativos, humidificadores e sistemas de ar condicionado;
Sistemas de arrefecimento individual: ar condicionado/split e de arrefecimento por evaporação de pequena dimensão;
Outros sistemas: sistemas de combate a incêndios, chuveiros e lava-olhos, sistemas de rega por aspersão, fontes ornamentais, lavagem de veículos, navios, unidades dentárias, sistemas que utilizem água para uso terapêutico, etc.
8. Análise de gestão do risco
Avaliação do Risco;
Gestão do Risco;
Planos de Segurança da Água (OMS);
Etapas a considerar no desenvolvimento e aplicação do PSA;
NP 15975-2 – Segurança dos sistemas de abastecimento de água – Guia para a gestão do risco e da crise – Parte 2 – Gestão do risco;
UNE 100030:2023 – Prevenção e controlo da proliferação e disseminação de Legionella nas instalações;
Abordagem de gestão do risco.
9. Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo
Elementos do Plano de Prevenção e Controlo:
– Estabelecimento da equipa;
– Descrição do sistema;
– Identificação das áreas onde a Legionella pode crescer e disseminar;
– Onde aplicar medidas de controlo e como monitoriza-las;
– Modos de intervenção quando os limites de controlo são ultrapassados;
– Garantia da eficácia do programa;
– Documentação e comunicação.
Ações a implementar face aos sistemas existentes na instalação de acordo com a avaliação de risco.

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Prevenção e Controlo da Legionella em Sistemas de Água – Análise de Risco e Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo (Inclui Lei n.º 52/2018, Port

1. Bactérias do género Legionella

2. Meio ambiente e fatores de amplificação e disseminação

3. Riscos para a Saúde Pública

4. Requisitos normativos e legais

DL 69/2023 – Regime jurídico da qualidade da água para consumo humano;
DL 118/2013 – Sistema de Certificação Energético dos Edifícios;
Lei 52/2018 – Regime de prevenção e controlo da doença dos legionários;
Portaria 25/2021 e Despacho 1547/2022 – Regulamentação da Lei 52/2018.
5. Monitorização microbiológica de circuitos de água
Tipos de amostras;
Colheita;
Análises.
6. Tratamento e desinfeção da água
Limpeza e desinfeção preventiva e de choque;
Processos químicos de desinfeção;
Processos físicos de desinfeção.
7. Manutenção, limpeza e desinfeção de sistemas e equipamentos
Redes prediais de água quente e fria;
Sistemas de água para uso recreativo: piscinas e banheiras;
Sistemas de arrefecimento coletivo: torres de arrefecimento, condensadores evaporativos, humidificadores e sistemas de ar condicionado;
Sistemas de arrefecimento individual: ar condicionado/split e de arrefecimento por evaporação de pequena dimensão;
Outros sistemas: sistemas de combate a incêndios, chuveiros e lava-olhos, sistemas de rega por aspersão, fontes ornamentais, lavagem de veículos, navios, unidades dentárias, sistemas que utilizem água para uso terapêutico, etc.
8. Análise de gestão do risco
Avaliação do Risco;
Gestão do Risco;
Planos de Segurança da Água (OMS);
Etapas a considerar no desenvolvimento e aplicação do PSA;
NP 15975-2 – Segurança dos sistemas de abastecimento de água – Guia para a gestão do risco e da crise – Parte 2 – Gestão do risco;
UNE 100030:2023 – Prevenção e controlo da proliferação e disseminação de Legionella nas instalações;
Abordagem de gestão do risco.
9. Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo
Elementos do Plano de Prevenção e Controlo:
– Estabelecimento da equipa;
– Descrição do sistema;
– Identificação das áreas onde a Legionella pode crescer e disseminar;
– Onde aplicar medidas de controlo e como monitoriza-las;
– Modos de intervenção quando os limites de controlo são ultrapassados;
– Garantia da eficácia do programa;
– Documentação e comunicação.

Ações a implementar face aos sistemas existentes na instalação de acordo com a avaliação de risco.

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Prevenção e Controlo da Legionella em Sistemas de Água – Análise de Risco e Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo (Inclui Lei n.º 52/2018, Port

1. Bactérias do género Legionella

2. Meio ambiente e fatores de amplificação e disseminação

3. Riscos para a Saúde Pública

4. Requisitos normativos e legais

DL 69/2023 – Regime jurídico da qualidade da água para consumo humano;
DL 118/2013 – Sistema de Certificação Energético dos Edifícios;
Lei 52/2018 – Regime de prevenção e controlo da doença dos legionários;
Portaria 25/2021 e Despacho 1547/2022 – Regulamentação da Lei 52/2018.
5. Monitorização microbiológica de circuitos de água
Tipos de amostras;
Colheita;
Análises.
6. Tratamento e desinfeção da água
Limpeza e desinfeção preventiva e de choque;
Processos químicos de desinfeção;
Processos físicos de desinfeção.
7. Manutenção, limpeza e desinfeção de sistemas e equipamentos
Redes prediais de água quente e fria;
Sistemas de água para uso recreativo: piscinas e banheiras;
Sistemas de arrefecimento coletivo: torres de arrefecimento, condensadores evaporativos, humidificadores e sistemas de ar condicionado;
Sistemas de arrefecimento individual: ar condicionado/split e de arrefecimento por evaporação de pequena dimensão;
Outros sistemas: sistemas de combate a incêndios, chuveiros e lava-olhos, sistemas de rega por aspersão, fontes ornamentais, lavagem de veículos, navios, unidades dentárias, sistemas que utilizem água para uso terapêutico, etc.
8. Análise de gestão do risco
Avaliação do Risco;
Gestão do Risco;
Planos de Segurança da Água (OMS);
Etapas a considerar no desenvolvimento e aplicação do PSA;
NP 15975-2 – Segurança dos sistemas de abastecimento de água – Guia para a gestão do risco e da crise – Parte 2 – Gestão do risco;
UNE 100030:2023 – Prevenção e controlo da proliferação e disseminação de Legionella nas instalações;
Abordagem de gestão do risco.
9. Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo
Elementos do Plano de Prevenção e Controlo:
– Estabelecimento da equipa;
– Descrição do sistema;
– Identificação das áreas onde a Legionella pode crescer e disseminar;
– Onde aplicar medidas de controlo e como monitoriza-las;
– Modos de intervenção quando os limites de controlo são ultrapassados;
– Garantia da eficácia do programa;
– Documentação e comunicação.
Ações a implementar face aos sistemas existentes na instalação de acordo com a avaliação de risco.

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Comunicações Ambientais Obrigatórias

1. Comunicações na área dos resíduos:

1.1. e-GAR;
1.2. MIRR;
1.3. Movimentos transfronteiriço de resíduos;
1.4. Fluxos específicos de resíduos:

????Registo de produtores de produtos (embalagens, equipamentos elétricos e eletrónicos, óleos lubrificantes, pilhas e acumuladores, pneus e veículos):
> Enquadramento;
> Declarações periódicas;

Comunicações com entidades gestores de fluxos de resíduos;
Comunicação de sistemas de reutilização de embalagens.
2. Comunicações na área das emissões atmosféricas:

2.1. Dados de monitorizações em contínuo ou pontuais;
2.2. Comunicação anual;
2.3. Plano de gestão de solventes;
2.4. Utilização de gases fluorados de refrigeração.

3. Comunicações na área da utilização de recursos hídricos:

3.1. Autocontrolo de furos;
3.2. Autocontrolo de ETAR;
3.3. Taxa dos recursos hídricos.

4. Comunicações integradas:

4.1. Relatório ambiental anual;
4.2. Registo de Emissões e Transferência de Poluentes: PRTR.

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Comunicações Ambientais Obrigatórias

1. Comunicações na área dos resíduos:

1.1. e-GAR;
1.2. MIRR;
1.3. Movimentos transfronteiriço de resíduos;
1.4. Fluxos específicos de resíduos:

????Registo de produtores de produtos (embalagens, equipamentos elétricos e eletrónicos, óleos lubrificantes, pilhas e acumuladores, pneus e veículos):
> Enquadramento;
> Declarações periódicas;

Comunicações com entidades gestores de fluxos de resíduos;
Comunicação de sistemas de reutilização de embalagens.
2. Comunicações na área das emissões atmosféricas:

2.1. Dados de monitorizações em contínuo ou pontuais;
2.2. Comunicação anual;
2.3. Plano de gestão de solventes;
2.4. Utilização de gases fluorados de refrigeração.

3. Comunicações na área da utilização de recursos hídricos:

3.1. Autocontrolo de furos;
3.2. Autocontrolo de ETAR;
3.3. Taxa dos recursos hídricos.

4. Comunicações integradas:

4.1. Relatório ambiental anual;
4.2. Registo de Emissões e Transferência de Poluentes: PRTR.

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Bombas e Sistemas de Bombagem

1. Definir os parâmetros necessários ao dimensionamento

Caudal;
Altura manométrica / Pressão;
Influência do peso específico do fluído;
Influência da viscosidade cinemática e suas limitações.
2. Qual o tipo de bomba mais indicada à aplicação – critérios de selecção a utilizar

Tipo de instalação;
Tipo de bomba;
Tipo de impulsor;
Sistema de selagem mais adequado;
Materiais construtivos.
3. Dimensionamento da bomba

Critérios de selecção;
Conceito “Caudal óptimo” e suas implicações no desempenho do equipamento;
“Life Cycle Costs” como critério de avaliação e comparação de soluções;
Cavitação – causas e soluções.
4. Variação de velocidade

Considerações gerais e tendências;
Enquadramento legal (legislação “ErP”);
Factores a ter em conta nesta opção;
Exemplos de cálculo e simulações de optimização energética.
5. Optimização energética de instalações existentes

“Ferramentas” e métodos de avaliação;
Apresentação de resultados – “Case Studies”.
6. Cuidados no Transporte, armazenagem e Instalação

Transporte seguro;
Preservação dos equipamentos em armazém;
Fixação ao maciço;
Alinhamentos finais.
7. Operação e controlo de condição

8. Manutenção

9. Avarias: Causas e Soluções

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Manutenção e Avaliação de Sistemas AVAC e de Frio

1. Principais Tipos de Sistemas AVAC

1.1. Sistemas Ar-Ar:

Rooftop;
Unidade de Tratamento de Ar (UTA).
1.2. Sistemas Ar-Água:

Ventiloconvectores;
Radiadores;
Aerotermos.
1.3. Sistemas Água-Água:

Unidade de climatização de condensação a água;
Bombas de calor geotérmicas.
1.4. Sistemas de Expansão Direta:

Splits;
Multi-splits;
VRV e VRF.
2. Equipamentos dos sistemas AVAC

2.1. Produção:

Chiller, Chiller Bomba de Calor, Chiller com recuperação, chiller 4 tubos;
Caldeira – gás, gasóleo e biomassa;
VRV / VRF;
Rooftop;
Torre de Arrefecimento;
Ventiladores.
2.2. Transporte de Fluidos:

Tubagem;
Condutas.
2.3. Difusão:

Difusores – alcançe, velocidade de zona ocupada e temperatura de zona ocupada;
Grelhas;
Condutas têxteris microperfuradas;
Ventiloconvectores (aerotermos);
Radiadores;
Vigas arrefecidas;
Piso Radiante.
3. Oportunidades para optimização da eficiência

Freecooling;
Temperatura necessária para água de um chiller;
Sistemas de baixa temperatura no aquecimento;
Variação de velocidade das bombas circuladoras em função da pressão ou temperatura;
Variação de velocidade dos ventiladores em função da pressão ou temperatura;
Sistemas predictivos em função do horário, condições exteriores e inércia do edifício;
Regulação da banda morta;
Acumulação em períodos de maior eficiência e menor custo energético;
Indumentária.
4. Circuito de Refrigeração por Compressão

4.1. Princípio básico de funcionamento;

4.2. Principais equipamentos utilizados na sua construção;

Compressor:
– Aberto, Semi-hermético e Hermético.

Evaporador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Condensador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Dispositivo de Laminagem:
– Mecânico ou Electromecânico e electrónico.
– Elementos do circuito (filtro secador, válvula solenóide, etc..)

4.3. Eficiência do ciclo (COP, EER, SEER);

4.4. Oportunidades para optimização da sua eficiência:

Sobreaquecimento;
Subarrefecimento;
Rendimento isentrópico do compressor;
Temperatura de Condensação;
Temperatura de Evaporação;
Recuperação de calor de descarga do compressor (sensível);
Recuperação de calor de condensação;
Escalonamento da instalação – requisitos de capacidade variam ao longo do ano;
Controlo modulante da pressão de condensação;
Eficiência dos motores dos compressores, ventiladores ou bombas;
Acoplamentos directos vs transmissão por correias.
5. Manutenção

5.1. Introdução à Manutenção Preventiva (Sistemática e Predictiva) e Manutenção Curativa:

Vida útil de uma instalação AVAC – custo de instalação vs custo de exploração;
Custos de exploração vs custos da manutenção;
Identificação dos equipamentos e localização – Ordens de Trabalho (OT);
Telas Finais das especialidades hidráulica, aeráulica e eléctrica com a respetiva identificação.
5.2. Manutenção Preventiva – Preditiva:

Termografia;
Ultrasons;
Análise de Vibrações;
Detetor de fugas electrónico;
Monitorização:
– Sondas de temperatura;
– Sondas de pressão (transdutores de pressão);
– Sondas de velocidade;
– Pressostatos diferenciais;
– Analisador de energia elétrica;
– Contador de Energia Térmica (entálpico);
– Contador de consumo – água, gás, …
– Aquisição de dados e possível ligação à GTC.

5.3. Manutenção Sistemática:

Ventiladores:
– Transmissão por correias:Tensionamento (Alinhamento; Escorregamento; Chumaceiras)

Acoplamento direto:
– Alinhamento;
– Chumaceira.

Filtros de ar:
– Substituição de filtros colmatados (perda de carga);
– Hermeticidade da caixa e entre filtos;
– Lavagem de filtros (plásticos ou metálicos).

Caldeira:
– Admissão de ar;
– Esgoto de condensados;
– Pressão de alimentação do gás (redutor de pressão);
– Pressão de alimentação do gasóleo (filtro da bomba);
– Humidade presente na Biomassa;
– Afinação da combustão – analisador de gases de combustão;
– Isolamento do corpo da caldeira;
– Detetor de combustível em caso de fuga;
– Limpeza da zona de combustão.

Permutadores (permutador a água, permutador de expansão directa, permutador de placas, permutador “shell&tube”):
– Estado de conservação à corrosão;
– Estado das alhetas;
– Incrustações;
– Filtros.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado)
– Segurança (Válvula de segurança por pressão; Termostatos de segurança; Válvulas redutoras de pressão)

Tubagens:
– Isolamento;
– Ligações flexíveis.

Válvulas, Registos e Actuaradores:
– Comutação das válvulas sem fuga interna entre canais;
– Posicionamento dos Registos;
– Posicionamento dos Actuadores.

Sistema de Tratamento de água:
– Doseamento por impulsos;
– Anti-calcário;
– Análise à água do circuito fechado;
– Análise à água de alimentação.

Motores e Alimentação elétrica:
– Valor dos enrolamentos;
– Nº de arranques (mesmo com arrancador suave ou variador de velocidade);
– Regime de funcionamento com variador de velocidade;
– Sobretensão;
– Subtensão;
– Desíquilibrio de fases;
– Harmónicos;
– Cavas;
– Flickers.
– Chiller, Rooftops e VRV:
– Sobreaquecimento;
– Subarrefecimento;
– Temperatura de Descarga do compressor;
– Acidez de óleo do compressor.

Evaporador:
– Limpeza (incrustações);
– Descongelação (sistema de descongelação);
– Ventiladores (se não for estático);
– Bloqueio da circulação do ar pelos produtos armazenados – curto circuito de ar;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Condensador:
– Limpeza (incrustações);
– Ventiladores (se não for estático);
– Exposição solar (sombreamento);
– Bloqueadores de fluxo;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Compressor:
– Nível Óleo;
– Componente elétrica de potência;
– Acidez do óleo;
– Resistência elétrica de cárter;
– Válvulas solenóide para o sistema de regulação de capacidade;
– Apoios antivibráticos;
– Pressostato diferencial da bomba de óleo (no caso dos compressores com circulação forçada).

Dispositivo de Laminagem:
– Válvula de expansão termostática (mecânica) vs Válvula de expansão electrónica;
– Colocação do Bulbo da válvula de expansão.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado).
– Segurança (Forçar e verificar a sua actuação).

Tubagens:
– Isolamento;
– Vibrações;
– Ligações flexíveis.

Visor de líquido e indicador de humidade:
– Verificar se há indicação de humidade;
– Verificar se o fluído está a borbulhar.

Filtro Secador:
– Diferencial de temperatura.

Válvulas de Segurança:
– Verificar o selo de segurança;
– Verificar existência de óleo na proximidade.

5.4. Sintomas de Avaria e Causas Prováveis:

Pressão e Condensação muito alta;
Pressão e Condensação muito baixa;
Temperatura de descarga do compressor elevada;
Camada de gelo após o filtro secador.

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Manutenção e Avaliação de Sistemas AVAC e de Frio

1. Principais Tipos de Sistemas AVAC

1.1. Sistemas Ar-Ar:

Rooftop;
Unidade de Tratamento de Ar (UTA).
1.2. Sistemas Ar-Água:

Ventiloconvectores;
Radiadores;
Aerotermos.
1.3. Sistemas Água-Água:

Unidade de climatização de condensação a água;
Bombas de calor geotérmicas.
1.4. Sistemas de Expansão Direta:

Splits;
Multi-splits;
VRV e VRF.
2. Equipamentos dos sistemas AVAC

2.1. Produção:

Chiller, Chiller Bomba de Calor, Chiller com recuperação, chiller 4 tubos;
Caldeira – gás, gasóleo e biomassa;
VRV / VRF;
Rooftop;
Torre de Arrefecimento;
Ventiladores.
2.2. Transporte de Fluidos:

Tubagem;
Condutas.
2.3. Difusão:

Difusores – alcançe, velocidade de zona ocupada e temperatura de zona ocupada;
Grelhas;
Condutas têxteris microperfuradas;
Ventiloconvectores (aerotermos);
Radiadores;
Vigas arrefecidas;
Piso Radiante.
3. Oportunidades para optimização da eficiência

Freecooling;
Temperatura necessária para água de um chiller;
Sistemas de baixa temperatura no aquecimento;
Variação de velocidade das bombas circuladoras em função da pressão ou temperatura;
Variação de velocidade dos ventiladores em função da pressão ou temperatura;
Sistemas predictivos em função do horário, condições exteriores e inércia do edifício;
Regulação da banda morta;
Acumulação em períodos de maior eficiência e menor custo energético;
Indumentária.
4. Circuito de Refrigeração por Compressão

4.1. Princípio básico de funcionamento;

4.2. Principais equipamentos utilizados na sua construção;

Compressor:
– Aberto, Semi-hermético e Hermético.

Evaporador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Condensador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Dispositivo de Laminagem:
– Mecânico ou Electromecânico e electrónico.
– Elementos do circuito (filtro secador, válvula solenóide, etc..)

4.3. Eficiência do ciclo (COP, EER, SEER);

4.4. Oportunidades para optimização da sua eficiência:

Sobreaquecimento;
Subarrefecimento;
Rendimento isentrópico do compressor;
Temperatura de Condensação;
Temperatura de Evaporação;
Recuperação de calor de descarga do compressor (sensível);
Recuperação de calor de condensação;
Escalonamento da instalação – requisitos de capacidade variam ao longo do ano;
Controlo modulante da pressão de condensação;
Eficiência dos motores dos compressores, ventiladores ou bombas;
Acoplamentos directos vs transmissão por correias.
5. Manutenção

5.1. Introdução à Manutenção Preventiva (Sistemática e Predictiva) e Manutenção Curativa:

Vida útil de uma instalação AVAC – custo de instalação vs custo de exploração;
Custos de exploração vs custos da manutenção;
Identificação dos equipamentos e localização – Ordens de Trabalho (OT);
Telas Finais das especialidades hidráulica, aeráulica e eléctrica com a respetiva identificação.
5.2. Manutenção Preventiva – Preditiva:

Termografia;
Ultrasons;
Análise de Vibrações;
Detetor de fugas electrónico;
Monitorização:
– Sondas de temperatura;
– Sondas de pressão (transdutores de pressão);
– Sondas de velocidade;
– Pressostatos diferenciais;
– Analisador de energia elétrica;
– Contador de Energia Térmica (entálpico);
– Contador de consumo – água, gás, …
– Aquisição de dados e possível ligação à GTC.

5.3. Manutenção Sistemática:

Ventiladores:
– Transmissão por correias:Tensionamento (Alinhamento; Escorregamento; Chumaceiras)

Acoplamento direto:
– Alinhamento;
– Chumaceira.

Filtros de ar:
– Substituição de filtros colmatados (perda de carga);
– Hermeticidade da caixa e entre filtos;
– Lavagem de filtros (plásticos ou metálicos).

Caldeira:
– Admissão de ar;
– Esgoto de condensados;
– Pressão de alimentação do gás (redutor de pressão);
– Pressão de alimentação do gasóleo (filtro da bomba);
– Humidade presente na Biomassa;
– Afinação da combustão – analisador de gases de combustão;
– Isolamento do corpo da caldeira;
– Detetor de combustível em caso de fuga;
– Limpeza da zona de combustão.

Permutadores (permutador a água, permutador de expansão directa, permutador de placas, permutador “shell&tube”):
– Estado de conservação à corrosão;
– Estado das alhetas;
– Incrustações;
– Filtros.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado)
– Segurança (Válvula de segurança por pressão; Termostatos de segurança; Válvulas redutoras de pressão)

Tubagens:
– Isolamento;
– Ligações flexíveis.

Válvulas, Registos e Actuaradores:
– Comutação das válvulas sem fuga interna entre canais;
– Posicionamento dos Registos;
– Posicionamento dos Actuadores.

Sistema de Tratamento de água:
– Doseamento por impulsos;
– Anti-calcário;
– Análise à água do circuito fechado;
– Análise à água de alimentação.

Motores e Alimentação elétrica:
– Valor dos enrolamentos;
– Nº de arranques (mesmo com arrancador suave ou variador de velocidade);
– Regime de funcionamento com variador de velocidade;
– Sobretensão;
– Subtensão;
– Desíquilibrio de fases;
– Harmónicos;
– Cavas;
– Flickers.
– Chiller, Rooftops e VRV:
– Sobreaquecimento;
– Subarrefecimento;
– Temperatura de Descarga do compressor;
– Acidez de óleo do compressor.

Evaporador:
– Limpeza (incrustações);
– Descongelação (sistema de descongelação);
– Ventiladores (se não for estático);
– Bloqueio da circulação do ar pelos produtos armazenados – curto circuito de ar;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Condensador:
– Limpeza (incrustações);
– Ventiladores (se não for estático);
– Exposição solar (sombreamento);
– Bloqueadores de fluxo;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Compressor:
– Nível Óleo;
– Componente elétrica de potência;
– Acidez do óleo;
– Resistência elétrica de cárter;
– Válvulas solenóide para o sistema de regulação de capacidade;
– Apoios antivibráticos;
– Pressostato diferencial da bomba de óleo (no caso dos compressores com circulação forçada).

Dispositivo de Laminagem:
– Válvula de expansão termostática (mecânica) vs Válvula de expansão electrónica;
– Colocação do Bulbo da válvula de expansão.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado).
– Segurança (Forçar e verificar a sua actuação).

Tubagens:
– Isolamento;
– Vibrações;
– Ligações flexíveis.

Visor de líquido e indicador de humidade:
– Verificar se há indicação de humidade;
– Verificar se o fluído está a borbulhar.

Filtro Secador:
– Diferencial de temperatura.

Válvulas de Segurança:
– Verificar o selo de segurança;
– Verificar existência de óleo na proximidade.

5.4. Sintomas de Avaria e Causas Prováveis:

Pressão e Condensação muito alta;
Pressão e Condensação muito baixa;
Temperatura de descarga do compressor elevada;
Camada de gelo após o filtro secador.

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