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Otimização de Processos Produtivos na Indústria 4.0

– A Indústria 4.0 e as ferramentas de Melhoria Contínua.
– O sistema de Produção Lean Fundamentos.
– Pilares do Lean.
– Os 7 desperdícios.
– Princípios do pensamento Lean – Lean Thinking.
– O que é a indústria 4.0.
– Os 10 pilares da Indústria 4.0.
– A importância da optimização dos processos para valor, fluxo de valor, fluxo contínuo, produção puxada, melhoria contínua.
– Apresentação de case studies.

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Marcação CE de Produtos (inclui produtos de construção)

– Marcação CE: Significado e Responsabilidade.
– Como obter a marcação CE.
– Identificar os requisitos aplicáveis a um determinado produto na UE.
– Interpretar o Regulamento UE nº 305/2011e outra Legislação associada à execução do Regulamento.
– Interpretar as Normas harmonizadas e outras Especificações Técnicas Harmonizadas.
– Módulos de Avaliação da conformidade | Regularidade do desempenho.
– Organização do dossier técnico.
– Marcação CE e Declaração de Conformidade | Declaração de Desempenho.

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Seleção e Avaliação de Fornecedores – abordagem pelos novos referenciais normativos ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001

Enquadramento normativo.
Perspetiva das novas versões das normas de sistemas de gestão: ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001.
Avaliação e integração no Sistema de Gestão das necessidades e expectativas das partes interessadas.
Metodologias para a seleção de fornecedores.
Apresentação de metodologias para a avaliação de fornecedores. Vantagens e inconvenientes.
Realização de exercícios.

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NP ISO 37001 – Sistemas de gestão anticorrupção

– A prevenção da corrupção: Enquadramento.
– A prevenção da corrupção nas Organizações.
– A ISO e a prevenção da corrupção.
– Principais conceitos da Gestão Anticorrupção: NP ISO 37001: 2018.
– NP ISO 37001: 2018 – Sistemas de gestão anticorrupção – Requisitos e orientação para a sua utilização.
– Fatores críticos de sucesso na conceção e implementação de um Sistema de Gestão.

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Gestão de cenários de crise e da continuidade do negócio

1ª sessão síncrona:
– Os Ciclos de gestão encurtados; Ecossistemas em disrupção; O Mundo é mesmo VUCA.
– Impactos na governação, nos sistemas de gestão, nas pessoas, nas práticas, na cadeia de valor, na relação com os stakeholders.
– A importância de dominar os conceitos de base da gestão de risco, de crise, de contingência e da continuidade do negócio.
– Práticas e normas de referência: ISO 22301, 22313, 22316, 22317, 22318, 22330, 22331; ISO 31000.
– Gestão de incidentes, gestão da capacidade, gestão da continuidade, gestão da disponibilidade, planeamento de alterações a serviços e a níveis de serviço.
– Um ponto de partida: a análise e a avaliação do risco e a gestão por cenários.
– Stakeholder journey – a importância de prever comportamentos em situação de crise.
– A análise de impacto no negócio.
– O plano de continuidade do negócio.
– Resumo da 1ª sessão; temas para reflexão até à 2ª sessão.
2ª sessão síncrona:
– Ferramentas para implementar a gestão da continuidade do negócio.
– Scanning, Elaboração, Cenarização e Decisão, Testar, Implementação e Avaliação, Aprendizagem e Inovação.
– O papel dos processos de inovação e as ferramentas de design thinking aplicados à continuidade do negócio.
– Empatizar e Insights; Ideação; Prototipagem; Testagem; Iteração incremental; Aprendizagem e Refinamento.
– Resumo da 2ª sessão; temas para reflexão após a formação.
– Conclusões e esclarecimento de dúvidas.

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Fichas de Dados de Segurança

– Aplicar os requisitos da elaboração das Fichas de Dados de Segurança de acordo com o Regulamento (UE) n.º 830/2015.
1. Questões a ter em conta ao elaborar uma FDS.
2. Informações pormenorizadas, secção a secção.
3. Gestão Interna da FDS.
4. Check-List de substâncias e de misturas.
– Estudo de Caso I: Abordar e Verificar de uma FDS para uma substância e uma mistura.

-Cenários de Exposição.
1. Introdução.
2. Descritores de uso.
3. Secção 1 do CE – Secção do título.
4. Secção 2 do CE – Condições de utilização que afetam a exposição.
5. Secção 3 do CE – Estimativa da exposição.
6. Secção 4 do CE – Orientações para os utilizadores a jusante avaliarem se a sua utilização se encontra dentro dos limites do cenário de exposição.
– Exemplos práticos.
– Sistematização, Conclusões e Avaliação.

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Legislação Segurança e Saúde no Trabalho

– Quadro legal em SST.
1. Legislação geral de SST.
2. Legislação de caráter específico e sectorial.
– Legislação HST.
1. Acidentes de trabalho e doenças profissionais.
2. Sinalização de segurança.
3. Agentes químicos.
4. Agentes biológicos.
5. Agentes físicos:
a. Iluminância.
b. Ambiente térmico.
c. Vibrações.
d. Ruído.
e. Radiações.
6. Segurança contra incêndios em edifícios.
7. Segurança de Máquinas.
8. Movimentação manual de cargas.
9. Equipamentos de proteção individual.
10. Atmosferas potencialmente explosivas (ATEX).
11. Prevenção de Acidentes Graves (Diretiva SEVESO III).
– Programas em SST.
1. Programa de medição e monitorização.
2. Programa de comunicações externas obrigatórias.
– Normalização em SST.
1.A NP 4397/2008 – Norma Portuguesa de Gestão de Sistemas da SST.
2. A ISO 45001:2018.
– Estruturas da SST nas empresas.
1. Os Representantes dos Trabalhadores para a SST na empresa (RT’s).
2. As Comissões de SST.
3. Os serviços de SST das empresas (externos e internos, comuns ou partilhados).
– Entidades oficiais ligadas à SST.
– Casos práticos.
1. Avaliação da conformidade legal na empresa.

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Legislação Segurança e Saúde no Trabalho

– Quadro legal em SST.
1. Legislação geral de SST.
2. Legislação de caráter específico e sectorial.
– Legislação HST.
1. Acidentes de trabalho e doenças profissionais.
2. Sinalização de segurança.
3. Agentes químicos.
4. Agentes biológicos.
5. Agentes físicos:
a. Iluminância.
b. Ambiente térmico.
c. Vibrações.
d. Ruído.
e. Radiações.
6. Segurança contra incêndios em edifícios.
7. Segurança de Máquinas.
8. Movimentação manual de cargas.
9. Equipamentos de proteção individual.
10. Atmosferas potencialmente explosivas (ATEX).
11. Prevenção de Acidentes Graves (Diretiva SEVESO III).
– Programas em SST.
1. Programa de medição e monitorização.
2. Programa de comunicações externas obrigatórias.
– Normalização em SST.
1. A NP 4397/2008 – Norma Portuguesa de Gestão de Sistemas da SST A ISO 45001:2018.
– Estruturas da SST nas empresas.
1. Os Representantes dos Trabalhadores para a SST na empresa (RT’s).
2. As Comissões de SST.
3. Os serviços de SST das empresas (externos e internos, comuns ou partilhados).
– Entidades oficiais ligadas à SST.
– Casos práticos.
1. Avaliação da conformidade legal na empresa.

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NP ISO 37001 – Sistemas de gestão anticorrupção

– A prevenção da corrupção: Enquadramento.
– A prevenção da corrupção nas Organizações.
– A ISO e a prevenção da corrupção.
– Principais conceitos da Gestão Anticorrupção: NP ISO 37001: 2018.
– NP ISO 37001: 2018 – Sistemas de gestão anticorrupção – Requisitos e orientação para a sua utilização.
– Fatores críticos de sucesso na conceção e implementação de um Sistema de Gestão.

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