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Produtos Químicos: Regulamento CLP

– Compreender o Regulamento CPL:
1. O impacto do CRE sobre as empresas.
a. Fabricantes de SQ ou de misturas.
b. Importados de SQ ou de misturas.
c. Produtor de artigos específicos.
d. Utilizador a jusante incluindo formulador ou re-importador.
e. Distriduidor incluindo retalhista.
– Âmbito de aplicação e isenções ao abrigo do CLP.
– Funções e obrigações da indústria relacionadas com a elaboração das Fichas de Dados de Segurança ao abrigo do Regulamento REACH e CLP.
– Classificação:
1. GHS.
2. Classificação e rotulagem harmonizadas.
– Rotulagem – Os novos requisitos de embalagem e rotulagem de substâncias e misturas perigosas.
– Exercícios de Aplicação.

– Inventário de Classificação e Rotulagem.
– Interpretação das Fichas de dados de segurança:
1. Identificar e aplicar as medidas adequadas da ficha de dados de segurança e do cenário de exposição.
-Cenários de Exposição – Exemplos práticos.
– Exercícios de Aplicação.
– Sistematização, Conclusões e Avaliação.

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Workshop | BIOCIDAS: Orientação para empresas

– Enquadramento.
– Princípios da legislação europeia de Produtos Biocidas.
1. Conceitos e definições.
2. Entidades competentes.
3. Período transitório.
4. Introdução ao Regulamento de Produtos Biocidas (RPB).
– Obrigações na cadeia de abastecimento:
1. Fornecedores.
2. Fabricantes.
3. Distribuidores.
4. Utilizadores a jusante.
– Artigo 95 – Lista de Fornecedores de substâncias ativas e produtos.
– Autorização de produtos biocidas.
1. Tipos de Autorizações .
2. Regulamento 414/2013: Produtos Biocidas Idênticos .
3. Regulamento 354/2013: Alterações referentes a Produtos Biocidas .
4. Informação necessária para um pedido de autorização.
– Conceito de Família de Produtos biocidas.
– Ferramentas informáticas: IUCLID 6, SPC editor, R4BP3.
– Custos envolvidos.
– Soluções para as PME’s: Casos práticos.
– Conclusões.

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Ferramentas para implementação da NP ISO 45001:2019

– A norma ISO 45001:2018, diferenças entre a OHSAS 18001:2007, Anexo SL, Introdução; Âmbito Termos e definições.
– Gap analysis e check list.
– Analise e abordagem pratica às clausulas da norma:
1. Contexto da organização;
2. Liderança e participação dos trabalhadores;
3. Planeamento, incluindo ações para tratar riscos e oportunidades;
4. Pensamento baseado no risco e identificação de perigos e avaliação de riscos para a SST;
5. Apoio;
6. Operacionalização;
7. Avaliação do desempenho;
8. Melhoria.
– Exercícios práticos para a implementação na organização.
– Sistematização dos conhecimentos.

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Produtos Químicos: Regulamento REACH

– Compreender o Regulamento REACH.
1. Como funciona o Regulamento REACH?
2. Efeitos do Regulamento REACH para as empresas.
– Identificação da substância.
-Obrigações decorrentes do REACH.
1. Registo:
a. Substâncias que devem ser registadas.
b. Quem deve proceder ao registo?
c. Onde estamos?
d. Dossiê de registo.
e. Isenção PPORD.
f. Partilha de dados (Pré-registo; Joint submission).
g. Fóruns de intercâmbio de informações sobre uma substância (FIIS).
h. Registantes principais e registantes membros.
i. Requisitos de informação.
j. Relatório de Segurança Química.

2. Avaliação:
a. Processo de avaliação.
b. Intervenientes.
c. Etapas.
d. Análise das propostas de ensaios.
e. Verificações da conformidade.
f. Avaliação de substâncias.
g. Pedidos de dados complementares.

3. Autorização:
a. Substância que suscita elevada preocupação (SVHC).
b. Lista de Substâncias Candidatas a Autorização.
c. Lista de Substâncias Sujeitas a Autorização (anexo XIV do Regulamento REACH).
d. Recomendação para inclusão na Lista de Substâncias Sujeitas a Autorização.
e. Pedidos de autorização.

4. Restrição:
a. Lista de restrições.

– Utilizadores a jusante.
– Comunicação na cadeia de abastecimento.
– Substâncias da lista de substâncias candidatas contidas em artigos.
– Gestão dos riscos no âmbito do REACH.
– eFDS.
– Sistematização e Conclusões.

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Produtos Químicos: Regulamento REACH

– Compreender o Regulamento REACH.
1. Como funciona o Regulamento REACH?
2. Efeitos do Regulamento REACH para as empresas.
– Identificação da substância.
-Obrigações decorrentes do REACH.
1. Registo:
a. Substâncias que devem ser registadas.
b. Quem deve proceder ao registo?
c. Onde estamos?
d. Dossiê de registo.
e. Isenção PPORD.
f. Partilha de dados (Pré-registo; Joint submission).
g. Fóruns de intercâmbio de informações sobre uma substância (FIIS).
h. Registantes principais e registantes membros.
i. Requisitos de informação.
j. Relatório de Segurança Química.

2. Avaliação:
a. Processo de avaliação.
b. Intervenientes.
c. Etapas.
d. Análise das propostas de ensaios.
e. Verificações da conformidade.
f. Avaliação de substâncias.
g. Pedidos de dados complementares.

3. Autorização:
a. Substância que suscita elevada preocupação (SVHC).
b. Lista de Substâncias Candidatas a Autorização.
c. Lista de Substâncias Sujeitas a Autorização (anexo XIV do Regulamento REACH).
d. Recomendação para inclusão na Lista de Substâncias Sujeitas a Autorização.
e. Pedidos de autorização.

4. Restrição:
a. Lista de restrições.

– Utilizadores a jusante.
– Comunicação na cadeia de abastecimento.
– Substâncias da lista de substâncias candidatas contidas em artigos.
– Gestão dos riscos no âmbito do REACH.
– eFDS.
– Sistematização e Conclusões.

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Análise e Resolução de Problemas – Metodologia Global 8D

1- Princípios da resolução de problemas e da metodologia 8D.
2- Como preencher os campos da matriz e aplicar 8D.
3- As etapas 8D e as ferramentas complementares para cada etapa.
3.1- Formação da equipa multidisciplinar.
3.2- Descrição e caracterização detalhada do problema.
3.3- Análise e verificação da causa raiz.
3.4- Implementação e verificação de acções temporárias de contenção.
3.5- Selecção e verificação de acções correctivas permanentes.
3.6- Confirmação da eficácia.
3.7- Prevenção de recorrência e disseminar/standadizar.
3.8- Felicitar a equipa.
4- Principais ferramentas da qualidade ( 5W2H, pareto, histogramas, 5W, causa-efeito Ishikawa,diagramas de correlação, matriz multicritério, gráficos de seguimento/evolução; templates PDCA).
5- A relação do método 8D com outras ferramentas avançadas da qualidade.
6- Estudo de casos-aplicação prática ( nomeadamente no sector automóvel)

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Auditores Internos ISO 22000, FSSC 22000, BRC e IFS

– Módulo I – 8 h – Referencial BRC Food Safety:
1. Introdução
2. Âmbito
3. Requisitos
4. Processo de Certificação

– Módulo II – 8 h – O referencial IFS Food v7:
1. Introdução
2. Âmbito
3. Requisitos
4. Processo de Certificação

– Módulo III – 16 h – FSSC 22000 (V.5.1):
1. Introdução
2. Âmbito
3. Requisitos Norma ISO 22000
4. Programa Pré-requisitos Norma ISO/TS 22002
5. Requisitos adicionais
6. Processo de certificação

– Módulo IV- 16 h – Metodologias para a realização de Auditorias: Referencial NP EN ISO 19011:2018:
1. Princípios da Auditoria.
2. Tipos de Auditorias.
3. Requisitos, responsabilidades e funções dos auditores e dos auditados.
4. Vertente comportamental: relação auditor/auditado. Assertividade e feedback. Planeamento e gestão do tempo.
5. As fases da auditoria: Preparação, Execução, Elaboração do relatório e apresentação dos resultados.
6. Exercício de aplicação/simulação.

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Auditores Internos ISO 22000, FSSC 22000, BRC e IFS

Módulo I – Referencial NP EN ISO 22000:2018 e o sistema de certificação FSS22000.
– Introdução – âmbito (0.5h).
– Requisitos FSSC 22000 – apresentação e enquadramento com os outros referenciais (15h).
– O esquema de certificação. (0.5h).
Módulo II – Referencial IFS Food Issue 6.1.
– Introdução – âmbito (0,5).
– Requisitos IFS Food – apresentação e e enquadramento com os outros referenciais (7h).
– O esquema de certificação.(0,5h).
Módulo III – Referencial BRC Food Safety Issue 8.
– Introdução – âmbito (0,5h).
– Requisitos BRC Food – interpretação e enquadramento com os outros referenciais (7h)
– O esquema de certificação (0,5h).
Módulo IV – Metodologias para a realização de Auditorias: Referencial NP EN ISO 19011:2018.
– Princípios da Auditoria (1h).
– Tipos de Auditorias. (0,5h).
– Requisitos, responsabilidades e funções dos auditores e dos auditados (2h).
– Vertente comportamental: relação auditor/auditado. Planeamento e gestão do tempo (4h).
– As fases da auditoria: Preparação, Execução, Elaboração do relatório e apresentação dos resultados (6).
– Exercícios de aplicação/simulação (2,5h)
Módulo V – Caso prático: Preparação e realização de uma auditoria em contexto real de trabalho numa empresa.
– Análise da documentação da empresa (2h).
– Preparação e planeamento da auditoria (2h).
– Execução da auditoria na Empresa (4h).
Módulo VI – Conclusão da auditoria.
– Elaboração do relatório da auditoria (4h).
– Apresentação e discussão do relatório da auditoria (2h).
– Análise do desempenho técnico e comportamental das Equipas auditoras (2h).

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Auditores Internos ISO 22000, FSSC 22000, BRC e IFS

– Módulo I – 8 h – Referencial BRC Food Safety:
1. Introdução
2. Âmbito
3. Requisitos
4. Processo de Certificação

– Módulo II – 8 h – O referencial IFS Food v7:
1. Introdução
2. Âmbito
3. Requisitos
4. Processo de Certificação

– Módulo III – 16 h – FSSC 22000 (V.5.1):
1. Introdução
2. Âmbito
3. Requisitos Norma ISO 22000
4. Programa Pré-requisitos Norma ISO/TS 22002
5. Requisitos adicionais
6. Processo de certificação

– Módulo IV- 16 h – Metodologias para a realização de Auditorias: Referencial NP EN ISO 19011:2018:
1. Princípios da Auditoria.
2. Tipos de Auditorias.
3. Requisitos, responsabilidades e funções dos auditores e dos auditados.
4. Vertente comportamental: relação auditor/auditado. Assertividade e feedback. Planeamento e gestão do tempo.
5. As fases da auditoria: Preparação, Execução, Elaboração do relatório e apresentação dos resultados.
6. Exercício de aplicação/simulação.

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Produtos Químicos: Regulamento CLP

– Compreender o Regulamento CPL:
1. O impacto do CRE sobre as empresas.
a. Fabricantes de SQ ou de misturas.
b. Importados de SQ ou de misturas.
c. Produtor de artigos específicos.
d. Utilizador a jusante incluindo formulador ou re-importador.
e. Distriduidor incluindo retalhista.
– Âmbito de aplicação e isenções ao abrigo do CLP.
– Funções e obrigações da indústria relacionadas com a elaboração das Fichas de Dados de Segurança ao abrigo do Regulamento REACH e CLP.
– Classificação:
1. GHS.
2. Classificação e rotulagem harmonizadas.
– Rotulagem – Os novos requisitos de embalagem e rotulagem de substâncias e misturas perigosas.
– Exercícios de Aplicação.

– Inventário de Classificação e Rotulagem.
– Interpretação das Fichas de dados de segurança:
1. Identificar e aplicar as medidas adequadas da ficha de dados de segurança e do cenário de exposição.
-Cenários de Exposição – Exemplos práticos.
– Exercícios de Aplicação.
– Sistematização, Conclusões e Avaliação.

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